quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Esfoliante de aveia e mel
Aqui muitas vezes a gente trabalha no sol, carrega peso e termina o dia com a roupa toda suja de terra, mas não é por isso que deixa de se cuidar e se dar uns mimos de vez em quando, de preferência da maneira mais natural possível.
Ao invés de investir em cosméticos caros e industrializados, usar receitas de produtos de beleza naturais é uma maneira de se cuidar com o que frequentemente temos em casa, economizando dinheiro, embalagens e tendo o real conhecimento do que está sendo usado dentro e fora do nosso corpo.
Sem falar na certeza de não usar produtos exaustivamente testados em animais, o que é um capítulo a parte.
Pois antes do seu próximo banho faça um pitstop na cozinha e se dê de presente um esfoliante de aveia e mel para o rosto (ou para o corpo se você tiver os ingredientes aos montes). Basta misturar uma colher de sobremesa de mel puro com uma colher de chá de farinha de aveia, que você compra pronta ou prepara batendo no liquidificador os flocos de aveia a venda em qualquer supermercado.
No finalzinho do banho, quando a pele do rosto já estiver bem macia pela ação da água, desligue o chuveiro e aplique o esfoliante em movimentos circulares, sem muita pressão nos dedos. Capriche nas áreas onde costuma sentir mais asperezas e aproveite para descer um pouco pelo pescoço, que também merece seus cuidados.
Depois de alguns minutos curtindo a massagem apenas enxague com água morna ou fria, sem passar sabonete. Sua pele já vai estar suficientemente limpa e sem oleosidade, não será necessário lavar ainda mais.
O mel tem ação amaciante e nutritiva, e a aveia acalma, esfolia a pela e estimula o fechamento dos poros. E não sou eu que estou dizendo, são propriedades cientificamente comprovadas.
A sensação de rosto macio e limpinho depois do banho é uma delícia, e o melhor é que ainda dura por uns dias (o quanto a poluição e o sol permitirem).
Só quem ainda não experimentou pode achar que vale mais a pena investir em um esfoliante comprado pronto.
Em tempo: não esfolie sua pele mais que uma vez por semana, e se não tiver aveia em casa substitua-a provisoriamente por açúcar cristal, que não tem os mesmos efeitos terapêuticos mas esfolia da mesma maneira.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Restaurorecicloterapia
Comprei num ferro velho dois pedaços de grades antigas - que provavelmente um dia foram cerca de quintal - para prender numa parede externa da casa e fazer subir uma trepadeira.
O ferro está em ótimo estado; foi protegido por camadas de tinta de várias cores que contam a história dessas peças. E aí está a graça: raspar tudo muito bem raspadinho para reaproveitar duas ótimas grades que agora terão nova função.
No ferro velho gastei R$100,00, na loja de tinta mais R$ 32,00 e do fim de semana já investi 6 horas de trabalho. Ainda falta bastante até chegar ao ponto de poder pintar, mas não tem nada não: outro dia li em algum lugar que a satisfação por um desafio superado é diretamente proporcional ao esforço nele empenhado. Mal posso esperar!
E o carnaval está aí. Se você planeja não cair na folia, que tal se dedicar a um projeto de restauro como esse para colher o resultado de ter sua casa enfeitada com uma instalação do tipo "foi feito por mim"?
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Vaso de flores com manjericão
Tudo bem, você não está a fim de cozinhar (ou não gosta muito de manjericão, como a Flora Maria, visita querida deste blog). Então, ao invés de preparar um macarrão ao pesto, aproveite a poda de galhos dos seus vasos de ervas para dar volume e perfume a um arranjo de flores e enfeitar um cantinho escuro da sua casa.
Na foto, a garrafinha é do leite de coco usado de manhã em um bolo, as flores foram colhidas na rua e o manjericão é da horta do quintal.
Banheiro enfeitado a custo zero.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Fusilli tricolore al pesto
Dia de macarrão ao pesto é aquele em que você bate o olho no manjericão e diz "caramba, como cresceu!". E antes que ele comece a ficar meio tombado por não aguentar o próprio peso, mande ver numa poda radical.
Com uma tesoura ou faquinha afiada corte um bom tanto da parte mais alta da planta, tomando o cuidado de deixar pelo menos um palmo de cada galho com folhas, para que logo venham novos brotos.
De posse de um lindo buquê perfumado, é hora de preparar o almoço.
Antes de mais nada devo dizer que nesse momento uma receita faz toda a diferença.
Sempre fiz pesto no olho, começando com todas as folhas de manjerição e batendo aos poucos, cada vez colocando um pouco mais de azeite até chegar à consistência certa.
Nunca errei, mas confesso que passava um pouco de raiva a cada vez que apertava o botão ligar e as folhas eram arremessadas para cima colando nas paredes do copo do liquidificador. Aí toca abrir a coisa, empurrar o manjericão para baixo com uma colher e... voava tudo pra cima outra vez. Uma, duas, três..., seis... oito vezes, até ficar pronto.
Ontem, minutos depois de dizer ao meu manjericão "caramba, como você cresceu!", abri o Technicolor Kitchen (blog imperdível pra quem gosta de cinema e comida boa) e me deparei com uma receita de pesto.
Sim, eu acredito em sinais.
E então, com uma referência de proporções que sempre tive preguiça de pesquisar, pude começar ao contrário: primeiro o azeite, no fundo do copo, e depois as folhas de manjericão aos poucos. Assim vai-se formando um creminho que não voa, e em 3 minutos seu molho pesto está pronto, bem verdinho e perfumado.
É assim:
- 3/4 de xícara de azeite de oliva extra virgem (180 ml)
- 1 + 1/2 xícara de folhas de manjericão (aperte-as um pouco dentro da xícara para ficar bem medido)
- 3 dentes de alho
- 2 colheres de sopa de nozes picadas
- 4 colheres de sopa de queijo parmesão, de preferência ralado na hora
- pimenta do reino
- sal
Coloque o azeite no copo do liquidificador e vá acrescentando aos poucos as folhas de manjericão.
Depois coloque os dentes de alho, as nozes, o sal, a pimenta e bata mais um pouco até tudo sumir.
Então passe o pesto para uma tigela e misture o queijo parmesão.
Ferva o macarrão, escorra bem e misture o pesto na hora de servir.
Um pouco mais de queijo por cima da massa já servida no prato faz toda a diferença, no visual e no sabor.
Algumas observações:
- se comprar um maço de manjericão no mercado, escolha os de folha maior, que facilitam muito sua vida na hora de lavá-los.
- depois de lavadas as folhas devem ficar um tempo escorrendo, para perder o excesso de água. E, se tiver tempo e paciência, passe-as por folhas de papel toalha para secar um pouco mais.
- aqui, como sou eu quem cuida do manjericão e anda chovendo sem parar, usei tudo sem lavar, com uma boa inspeção em busca de bichos. Do mesmo jeito que chupamos fruta no pé, comemos manjericão direto do vaso.
E sobre o Technicolor Kitchen:
Se você tem problemas com gula e/ou calorias, não clique no link. O blog é uma delícia, as receitas são super especiais, as fotos são lindas e a Patrícia tem um jeitinho simpaticíssimo, daqueles de quem certamente viraria uma ótima amiga.
Já fiz mais de uma receita das recomendadas por ela e posso garantir: não pararei por aqui!
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Velas no freezer
Este post não poderia ser classificado como dica ecológica não fosse o fato de te ensinar uma maneira simples de economizar preciosos litros de água e centímetros cúbicos de gás.
Se, como eu, você já ficou no fogão fervendo suportes de vela tentando livrá-los de restos de parafina derretida, sua vida vai mudar: esqueça tudo o que você fazia e passe a colocá-los no freezer por algumas horas.A parafina se contrai quando congela e na maior parte das vezes se solta sozinha do suporte. Se isso não acontecer, uma cutucadinha com ponta de faca até ouvir um tec resolve o problema. Juro.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Menos sacolinhas e menos saquinhos também!
Uma das ótimas surpresas da mudança para o interior foi a descoberta de que nos supermercados daqui já há tempos não se esbanja sacolas plásticas.Além de ser muito mais comum do que em São Paulo ver compras embaladas em sacolas retornáveis, aqui economiza-se também aquele saquinho de embalar vegetais a granel nos setor de hortifruti.
Clientes e funcionários estão mais do que acostumados a lidar com frutas e legumes dentro de um mesmo saco plástico. O que se faz é pesar cada item separadamente, claro, e então o próprio funcionário da balança vai colocando tudo dentro de um só saquinho e juntando as etiquetas, que são passadas individualmente no leitor do caixa.
O que também se vê muito por aqui é gente abolindo de vez o saquinho plástico e colando a etiqueta direto no vegetal (ou em um "representante" do grupo). Uma vez que tudo é lavado ou descascado, não há prejuízo para a saúde.
No fim das contas, quando isso deixa de ser novidade, a vida segue exatamente como seguia antes de inventarem o plástico. E nós, mais do que adaptados, nem nos lembramos mais que um dia tivemos hábitos diferentes.
Experimente. No começo pode parecer estranho, mas você não vai se arrepender de ter aderido!
Ou você conhece alguém que tentou, não gostou e voltou atrás, enchendo outra vez o lixo de embalagens descartáveis?
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Vinagre: 1001 utilidades - parte 4 - Box escorregadio
Sabe quando o piso do box (aquele que venderam para você como antiderrapante!) fica mais escorregadio que bebê ensaboado, tornando arriscadíssima a tarefa de ficar em um pé só para ensaboar o outro?Então, vinagre nele!
Essa dica é quente e exclusivíssima, inventada, testada e aprovada ontem, aqui nesta verde casa.
Jogue um pouco de vinagre puro no chão do box, espalhe bem e deixe agir por quinze minutos. Antes de enxaguar, esfregue com uma vassoura de piaçava para que o serviço fique ainda mais bem feito.
E está pronto. A acidez do vinagre terá removido do piso os resíduos antigos de shampoo e sabonete, e no próximo banho você já vai poder caprichar na limpeza dos pés outra vez, lavar entre os dedinhos...
Em tempo: só para lembrar, minha dica de vinagre é o branco de álcool, que é incolor e a opção menos fedida entre os disponíveis no mercado.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Família unida e pássaros livres alimentados
Mais gostoso do que ver besteira na televisão, qualquer recipiente cheio de grãos e frutas é garantia de bons momentos assistindo as visitas da passarada na janela- e isso vale para quem mora em casa ou apartamento lá nas alturas.
Para um alimentador personalizado e com a cara da sua família, experimente improvisar com aquele prato antigo de louça que sobrou sozinho, um prato de plástico para vaso, o velho aramado de guardar frutas e legumes na cozinha (os de três andares então, melhor ainda!)... Ou proponha que cada criança use a criatividade e construa algo a partir de uma casca de coco, por exemplo.
Para este da foto, usei apenas:
- a casca de um coco seco
- barbante
- um graveto achado no chão
As ferramentas (pais, monitoramento e ajuda nessa hora):
- tesoura
- serrinha ou serrote
- furadeira
- broca para madeira da grossura do barbante
Basta cortar o coco e fazer os furos para o barbante de pendurar e para o graveto, que servirá como poleiro. Onde e como, cada um escolhe. O importante é inventar, se virar e se divertir.
E na hora de abastecer o comedor com guloseimas, quanto mais variado melhor, para atender as preferências das diversas espécies que vivem nas redondezas.
Entre as frutas, mamão, banana e laranja são apostas certeiras, mas não deixe de tentar outras também.
Para acertar nos grãos e sementes, uma boa opção é comprar uma mistura pronta para pássaros, fácil de encontrar em qualquer pet shop perto de casa. A ela, também pode-se adicionar flocos de aveia e arroz cozido sem tempero.
Nos primeiros dias, os pássaros, criaturas curiosas porém desconfiadas, provavelmente não vão se aproximar, mas estimule as crianças a manter o alimentador sempre abastecido, porque na hora em que a turma menos esperar... lá estarão eles, e aí é só curtição!
Se for possível, instale também um recipiente para oferecer água sempre limpa e fresca. Os pássaros de cidade muitas vezes tem dificuldades de encontrar água para beber.
E não tenha receio de receber visita de pombos, essa espécie de ave não gosta de frutas. Se por acaso eles aparecerem, foram atraídos pelas sementes e pelo arroz, então é só suspender a oferta desses alimentos. Mas não deixe de tentar oferecê-los; todos vão se surpreender com a variedade de pequenos pássaros granívoros que sempre estiveram por perto mas nunca foram vistos.
E para fazer a atividade render ainda mais, façam juntos um diário das espécies que foram se alimentar na janela, com anotações de dia e horário de cada visita. Mesmo sem saber nomes, é possível anotar uma descrição física do pássaro e até fazer um desenho, de preferência colorido.
Tudo isso depois vira, se não material de pesquisa, histórias de família para lembrar e contar.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Vinagre: 1001 utilidades - parte 3 - Multiuso caseiro
Há 3 dias ando atrás de uma boa receita de multiuso caseiro.Pelas páginas da internet descobri que dezenas de sites repetem as mesmas duas ou três fórmulas copiando uns dos outros, reproduzindo até os mesmos erros de português. E para falar a verdade, tive a impressão de que grande parte desses sites nem experimentou fazer o produto que indica.
Só que uma das minhas resoluções de ano novo foi largar de vez o multiuso industrializado, para diminuir meu contato (e dos gatos e cachorros que pisam no chão e lambem as patas) com produtos químicos. E para ter uma embalagem a menos para descartar, mesmo que ela seja reciclável.
Então escolhi uma fórmula e saí para comprar os ingredientes, mas pelas lojas da cidade descobri que não se encontra mais o tal do bórax, que me lembro de ter conhecido na infância. Minha mãe escondia pela casa, dentro de tampinhas de garrafa, uma mistura dele com açúcar para matar baratas.
Pois entrei em todas as (4) farmácias, (3) casas de produtos agrícolas e (4) supermercados, e a maioria das pessoas nem conhece o produto. Mas que fique claro: o bórax não é do tempo em que se amarrava cachorro com linguiça. Se não me falha a memória, minha infância foi nos anos 80!
Frustrada por não ter conseguido todos os ingredientes para minha experiência a la O Pequeno Químico, voltei ao computador e acabei encontrando uma fórmula mais simples, apenas com água, vinagre, limão e bicarbonato de sódio.
No final das contas, de duas fórmulas fiz uma, substituindo o bórax pelo limão, e cheguei à seguinte receita:
1 litro de água morna
1 colher de sopa de vinagre
1 colher de sopa de sal amoníaco
1 colher de sopa de bicarbonato de sódio
1 colher de sopa de sumo de limão (que entrou no lugar do bórax)
2 colheres de sopa de detergente de louça
Dissolvidos todos os ingredientes na água, dentro de um balde, coloquei a solução num borrifador usado de limpavidros.
Ao que se pode ver a olho nu, funciona bem e não tem deixado manchas nas superfícies limpas. Só senti falta de um perfuminho, então acrescentei algumas gotas de essência de citronela. Ficou ótimo!
Sobre os ingredientes:
- o vinagre, usei o branco de álcool. Entre todas as versões disponíveis no mercado, é o menos fedido.
- quanto ao sal amoníaco, podia jurar que daria voltas ao mundo atrás dele (nunca tinha ouvido falar nisso), mas foi o primeiro pacotinho branco que vi na prateleira de temperos do supermercado. Ele é usado em receitas de bolos, tortas e biscoitos para dar volume e "fofice" nas massas. E também foi ótimo descobrir que se é coisa de comer, não há de fazer mal no contato com a pele.
- o bicarbonato de sódio também está sempre presente junto aos temperos, no mercado, e é encontrado facilmente em farmácias.
- o bórax (que nunca encontrei) parece ter efeito bactericida e inseticida, por isso foi substituído pelo limão, que tem ação semelhante.
- o sumo de limão filtrei num paninho de pia, tipo perfex, para não ter o borrifador entupido. Espremi o limão em cima do paninho mesmo, e já escorreu pra dentro do balde.
- e a essência de citronela veio do petshop. Também pode ser substituída por lavanda, alecrim, tangerina...
Outros detalhes e observações talvez surjam com o uso diário, então volto a tocar no assunto.
E se você experimentar esta ou outra versão de multiuso ou produto de limpeza caseiro, por favor dê seu depoimento!
sábado, 7 de janeiro de 2012
Verde novo, vida nova
Você sabe que está fazendo a coisa certa quando conta a novidade e todo mundo à sua volta diz "Vá, é a sua cara! Você merece e vai ser muito feliz!"
Não foi fácil encerrar uma história de 18 anos na maior metrópole da américa latina para começar tudo de um jeito diferente em uma mini cidade do interior paulista, mas "estava escrito" e tinha que ser, então deixei para trás os medos de sentir falta da Vida - parte I, empacotei livros, roupas, vasos e vim.
E descobri que todos os que abriram um largo sorriso ao ouvir meus planos de mudança tinham razão.
Na Vida - parte II os dias começam com tucanos nas árvores do quintal
e seguem em meio a muita natureza e delicadas curiosidades.
Tem casca de cigarra nas folhas das orquídeas e nos troncos de árvores,
passarinho que caiu do ninho,

e até os bichos chamados de pragas são enfeitadinhos, para colaborar com a boniteza do lugar.
Os passeios de bicicleta pela redondeza acontecem em cenários de flores, trigo e milho, entre outras culturas.


E claro que a horta doméstica já funciona a todo vapor. Um girassol especial - vindo do museu Van Gogh, em Amsterdan, na mala da Mari - enfeita a plantação de abóboras...

... que já dá os primeiros frutos. Escondidas debaixo das folhas, as surpresas são de uma espécie exótica e decorativa
e de outra linda, brasileiríssima e comestível. Deliciosa, por sinal.

E é daqui, da nova Verde Casa, que a partir de hoje este blog conta novas histórias e descobertas.
Talvez um pouco mais pessoal, e certamente muito mais verde. Novas soluções surgem, novos problemas também.
E a orientação para uma vida cada vez mais consciente e responsável, em termos ecológicos, ainda é o tema principal aqui.
Seja sempre muito bem vindo e não deixe de fazer seu dever de casa!
Não foi fácil encerrar uma história de 18 anos na maior metrópole da américa latina para começar tudo de um jeito diferente em uma mini cidade do interior paulista, mas "estava escrito" e tinha que ser, então deixei para trás os medos de sentir falta da Vida - parte I, empacotei livros, roupas, vasos e vim.
E descobri que todos os que abriram um largo sorriso ao ouvir meus planos de mudança tinham razão.
Na Vida - parte II os dias começam com tucanos nas árvores do quintal
e seguem em meio a muita natureza e delicadas curiosidades.Tem casca de cigarra nas folhas das orquídeas e nos troncos de árvores,
passarinho que caiu do ninho,
e até os bichos chamados de pragas são enfeitadinhos, para colaborar com a boniteza do lugar.
Os passeios de bicicleta pela redondeza acontecem em cenários de flores, trigo e milho, entre outras culturas.

E claro que a horta doméstica já funciona a todo vapor. Um girassol especial - vindo do museu Van Gogh, em Amsterdan, na mala da Mari - enfeita a plantação de abóboras...
... que já dá os primeiros frutos. Escondidas debaixo das folhas, as surpresas são de uma espécie exótica e decorativa
e de outra linda, brasileiríssima e comestível. Deliciosa, por sinal.
E é daqui, da nova Verde Casa, que a partir de hoje este blog conta novas histórias e descobertas.
Talvez um pouco mais pessoal, e certamente muito mais verde. Novas soluções surgem, novos problemas também.
E a orientação para uma vida cada vez mais consciente e responsável, em termos ecológicos, ainda é o tema principal aqui.
Seja sempre muito bem vindo e não deixe de fazer seu dever de casa!
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