Mais um ótimo curso "verde" no Sesc Vila Mariana: Cultivando interiores.
A oficina tem como objetivo o ensino de conceitos e técnicas básicas de cultivo de hortaliças e plantas aromáticas em pequenos espaços da área urbana (como em interiores de apartamentos e casas) de acordo com os princípios educativos de sustentabilidade.
Com os biólogos Andréia Pimentel Gurgueira e Daniel Nunes.
O curso será ministrado em dois sábados (duas turmas diferentes), 20 ou 27 de novembro, das 14 às 18 horas na unidade Vila Mariana do Sesc.
Valores:
R$ 2,00 para trabalhadores do comércio de bens e serviços
R$ 4,00 para usuários do Sesc, maiores de 60 anos, estudantes e professores da rede pública
R$ 8,00 para quem infelizmente não se enquadra em nenhuma das categorias anteriores
Maiores informações pelo telefone (11) 5080-3000 ou pelo e-mail email@vilamariana.sescsp.org.br
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Brigadeiro de cascas de banana
Receitinha simpática de aproveitamento de cascas para fazer no fim de semana. D E L I C I O S A! O visual e o sabor principal são do brigadeiro tradicional, mas na "paralela" você sente um gostoso sabor de banana. Experimente!
Ingredientes:
500g de cascas de banana bem lavadas em água corrente
1/2 (meia) xícara de chá de água
1 xícara de chá de açúcar
1 lata de leite condensado
3 colheres de sopa de chocolate em pó
1 colher de sobremesa de manteiga ou margarina
1 colher de sopa de farinha de trigo
250g de chocolate granulado
manteiga ou margarina para untar
Modo de preparo:
No processador de alimentos ou no liquidificador, triture as cascas de banana com água suficiente (cerca de meia xícara). Em uma panela média coloque as cascas de banana trituradas e junte o açúcar deixando cozinhar até apurar bem. Acrescente o leite condensado, o chocolate em pó, a manteiga e a farinha de trigo, misturando sem parar até atingir o ponto de brigadeiro (soltar do fundo da panela). Coloque em um prato untado para interromper o cozimento. Faça bolinhas e passe pelo chocolate granulado.
PS: para as pessoas mais frescas, deixe para contar só depois do huuuuum que a receita leva cascas de banana. É interessante ver as caras de surpresa!
Ingredientes:
500g de cascas de banana bem lavadas em água corrente
1/2 (meia) xícara de chá de água
1 xícara de chá de açúcar
1 lata de leite condensado
3 colheres de sopa de chocolate em pó
1 colher de sobremesa de manteiga ou margarina
1 colher de sopa de farinha de trigo
250g de chocolate granulado
manteiga ou margarina para untar
Modo de preparo:
No processador de alimentos ou no liquidificador, triture as cascas de banana com água suficiente (cerca de meia xícara). Em uma panela média coloque as cascas de banana trituradas e junte o açúcar deixando cozinhar até apurar bem. Acrescente o leite condensado, o chocolate em pó, a manteiga e a farinha de trigo, misturando sem parar até atingir o ponto de brigadeiro (soltar do fundo da panela). Coloque em um prato untado para interromper o cozimento. Faça bolinhas e passe pelo chocolate granulado.
PS: para as pessoas mais frescas, deixe para contar só depois do huuuuum que a receita leva cascas de banana. É interessante ver as caras de surpresa!
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Horta na jardineira - dia 1
Como já deve ter dado pra perceber, essa verde casa é literalmente uma casa. Mas tenho uma jardineira numa das janelas do sobradinho e, pra estimular quem mora em apartamento, começei nela uma hortinha suspensa.
Como forma de registrar a experiência e mostrar as etapas a quem não ainda não conhece o processo, publicarei periodicamente posts com fotos e detalhes do que anda rolando por aqui.
Então começou assim:
Já há alguns meses o que vivia na jardineira foi ficando feio e eu tirei. Mas ficou pra trás a terra, que com o passar do tempo e a falta de regas foi "morrendo", ficando seca e arenosa.
Condição muito importante para qualquer planta viver bem, ainda mais em espaço limitado, é uma terra boa, então tirei mais da metade da antiga e substituí por uma terra bonita, escura, adubada com esterco de vaca (eu sempre prefiro adubos orgânicos, não químicos). Antes que você se pergunte, o esterco não faz a terra ficar fedida. Quando ele é acrescentado já está curtido e não tem cheiro de nada, mas uma capacidade de nutrição incrível!
Com as mudinhas já compradas no feriado prolongado, como mostrei aqui, o passo seguinte é fazer a distribuição de todas elas sobre a terra pra ter certeza de quantas vão caber e qual a melhor disposição. Como regra geral, um mínimo de 20 cm de espaço entre cada uma vai bem, mas eu dei uma roubadinha nessa medida pra caber um pouco mais e descobrir se os 20 cm são mesmo fundamentais. Mas atenção: essa roubadinha é pequena, não adianta querer fazer bonsai de alface que não funciona, ele não se desenvolve bem. Na hora do espaçamento é preciso visualizar cada hortaliça no seu tamanho final e ter certeza de que ela vai caber ali no espaço que você está deixando.
Depois de todos os espaços definidos falta só fazer os buraquinhos e plantar, sempre com cuidado para não enterrar nem deixar muito pra fora o colo da muda, que é a parte que divide as raízes do caule. Ou seja, alinhe a superfície do torrão da plantinha com a superfície da terra da jardineira.
Três mudas de rúcula:
Seis rabanetes:
Da esquerda pra direita, alface mimosa verde, mimosa roxa e lisa:
Como forma de registrar a experiência e mostrar as etapas a quem não ainda não conhece o processo, publicarei periodicamente posts com fotos e detalhes do que anda rolando por aqui.
Então começou assim:
Já há alguns meses o que vivia na jardineira foi ficando feio e eu tirei. Mas ficou pra trás a terra, que com o passar do tempo e a falta de regas foi "morrendo", ficando seca e arenosa.
Condição muito importante para qualquer planta viver bem, ainda mais em espaço limitado, é uma terra boa, então tirei mais da metade da antiga e substituí por uma terra bonita, escura, adubada com esterco de vaca (eu sempre prefiro adubos orgânicos, não químicos). Antes que você se pergunte, o esterco não faz a terra ficar fedida. Quando ele é acrescentado já está curtido e não tem cheiro de nada, mas uma capacidade de nutrição incrível!
Com as mudinhas já compradas no feriado prolongado, como mostrei aqui, o passo seguinte é fazer a distribuição de todas elas sobre a terra pra ter certeza de quantas vão caber e qual a melhor disposição. Como regra geral, um mínimo de 20 cm de espaço entre cada uma vai bem, mas eu dei uma roubadinha nessa medida pra caber um pouco mais e descobrir se os 20 cm são mesmo fundamentais. Mas atenção: essa roubadinha é pequena, não adianta querer fazer bonsai de alface que não funciona, ele não se desenvolve bem. Na hora do espaçamento é preciso visualizar cada hortaliça no seu tamanho final e ter certeza de que ela vai caber ali no espaço que você está deixando.Abaixo, mudinhas de rabanete com 15 cm de espaçamento entre elas.
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Depois de todos os espaços definidos falta só fazer os buraquinhos e plantar, sempre com cuidado para não enterrar nem deixar muito pra fora o colo da muda, que é a parte que divide as raízes do caule. Ou seja, alinhe a superfície do torrão da plantinha com a superfície da terra da jardineira.E logo depois de plantar tudo, uma boa regada é muito importante para assentar a terra, desmanchar bolhas de ar que tenham ficado junto às raízes e reidratar as mudas, que afinal sempre sofrem um pouco ao serem manipuladas.
Abaixo, cebolinhas e salsinhas. Veja como as salsinhas deram uma murchada. Algumas espécies são muito frágeis, por isso quanto mais rápido forem plantadas, melhor.
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Três mudas de rúcula:
Seis rabanetes:
Da esquerda pra direita, alface mimosa verde, mimosa roxa e lisa:Outro detalhe importante pra quem vai começar é que hortaliças precisam de pelo menos 4 horas de sol direto por dia, então uma jardineira que não receba essa iluminação não é boa para horta.
E tudo isso também pode ser feito em vasos de pelo menos 20 cm de profundidade, com a vantagem de que vasos podem "passear" pela casa em busca da luz ideal.
E aí? Fim de semana à vista. Que tal começar sua horta junto com a minha pra irmos comparando desenvolvimento, dificuldades e sucessos?
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Timing perfeito
Hoje, pleno dia de finados, a impressora desta verde casa passou desta para melhor.Se não nos falha a memória foram pelo menos dez anos de bons serviços prestados, tempo que no mundo da informática é considerado praticamente uma eternidade.
Mas como um dia tudo acaba e a vida se recicla, seus restos mortais serão respeitosamente encaminhados a um posto de coleta de equipamentos eletrônicos sem conserto encontrado através do site e-lixo. O projeto é uma iniciativa da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo em parceria com o Instituto Sérgio Motta para facilitar a sua vida na hora de encaminhar para um local adequado os materias que não devem ser descartados no lixo comum. É só inserir seu CEP na página principal do site e o programa indica, na plataforma do Google Maps, o local mais próximo de você que recebe aparelhos de microondas, som, ar condicionado, baterias, cabos, carregadores, cartuchos, celulares, computadores, estabilizadores, monitores e diversos outros lixos eletro-eletrônicos que você não tem pra onde encaminhar.
Vale a pena adicionar à sua lista de sites favoritos.
PS: infelizmente o site só indica locais de descarte em São Paulo. Por enquanto.
Foguinho
No começo só senti uma coceirinha no braço. Coçei.
Depois senti de novo. Coçei de novo.
Depois veio um ardidinho. Afaguei.
Daí coçou, ardeu, coçou, ardeu, coçou...
E então descobri:
O que mais parecia um emboladinho de lã de meio centímetro estava andando na minha roupa.
Não sei de onde ela veio, mas com certeza me queimou. E como era bonitinha... parecia uma Maria Maluca, toda descabelada.
Curti um pouquinho, fiz umas fotos e devolvi pro jardim.
Depois senti de novo. Coçei de novo.
Depois veio um ardidinho. Afaguei.
Daí coçou, ardeu, coçou, ardeu, coçou...
E então descobri:
O que mais parecia um emboladinho de lã de meio centímetro estava andando na minha roupa.Não sei de onde ela veio, mas com certeza me queimou. E como era bonitinha... parecia uma Maria Maluca, toda descabelada.
Curti um pouquinho, fiz umas fotos e devolvi pro jardim.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Muito mais gostoso do que passear em shopping!
Bateu uma onda verde e deu vontade de ter uma horta em casa? Então você pode começar de duas maneiras: comprando envelopes de sementes das suas hortaliças preferidas e começando realmente do zero, fazendo-as germinar, ou então pulando essa primeira etapa das sementeiras e comprando pequenas mudinhas já formadas.
Se você está ansioso e quer ver folhinhas verdes desde o primeiro dia da estréia como produtor da sua própria salada, descubra na sua cidade uma casa de produtos agrícolas que tenha um viveiro e venda mudas de hortaliças.
Passear entre as mesas da produção é uma delícia. São prateleiras e prateleiras com bandejas de isopor cheinhas de mudas que formam um tapete colorido. Se empolgar e querer um pouco de tudo é fácil fácil, porque as cores encantam.
No setor de venda a varejo entende-se como a coisa funciona: as hortaliças são identificadas e você começa a reconhecer um bebê couve, um micro agrião, um projeto de alface roxa...
Lá no início da produção, cada bandeja de isopor foi preenchida com terra e sementes de hortaliça. As divisões das bandejas chamam-se células, e em cada uma vai germinar uma muda. Veja uma salsinha criança:
Existem bandejas com células de diversos tamanhos, cada viveiro normalmente elege um padrão. Quando você escolhe a muda que vai levar para casa, o vendedor puxa a plantinha para fora da célula e ela sai com o torrão de terra onde germinou.
Tudo muito pequeno, projetinho de horta mesmo.
Então depois de passear por tudo, fazer mil perguntas e já visualizar suas lindas hortaliças adultas e rechonchudas, você faz o pedido: três dessa, duas daquela, seis daquela outra que é uma delícia, só um desse pra experimentar...
Se você está ansioso e quer ver folhinhas verdes desde o primeiro dia da estréia como produtor da sua própria salada, descubra na sua cidade uma casa de produtos agrícolas que tenha um viveiro e venda mudas de hortaliças.
Passear entre as mesas da produção é uma delícia. São prateleiras e prateleiras com bandejas de isopor cheinhas de mudas que formam um tapete colorido. Se empolgar e querer um pouco de tudo é fácil fácil, porque as cores encantam.
No setor de venda a varejo entende-se como a coisa funciona: as hortaliças são identificadas e você começa a reconhecer um bebê couve, um micro agrião, um projeto de alface roxa...
Lá no início da produção, cada bandeja de isopor foi preenchida com terra e sementes de hortaliça. As divisões das bandejas chamam-se células, e em cada uma vai germinar uma muda. Veja uma salsinha criança:
Existem bandejas com células de diversos tamanhos, cada viveiro normalmente elege um padrão. Quando você escolhe a muda que vai levar para casa, o vendedor puxa a plantinha para fora da célula e ela sai com o torrão de terra onde germinou.Tudo muito pequeno, projetinho de horta mesmo.
Então depois de passear por tudo, fazer mil perguntas e já visualizar suas lindas hortaliças adultas e rechonchudas, você faz o pedido: três dessa, duas daquela, seis daquela outra que é uma delícia, só um desse pra experimentar...Daí é ir correndo pra casa plantar tudo o mais rápido possível, afinal são apenas bebês e precisam dos seus cuidados de jardineiro iniciante mas já super empolgado!
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PS: se você mora em São Paulo e tem acesso fácil à rodovia Raposo Tavares, vá se divertir na Agroplus, a loja das fotos: Av. Prof. José Barreto 749, em Cotia. A rua é uma marginal da rodovia na altura do quilômetro 33, mais ou menos. Abre quase todos os dias, mas é bom dar uma ligadinha antes de ir para confirmar: (11) 4703-2410 e 4614-0206
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
A grama artificial mais bonita de todos os tempos!
Tá bom, tá bom, eu sei que esse não é um blog de crafts, mas...Juntou grama com tricot e eu não resisti! Só podia mesmo ser um achado das meninas do Superziper: um tapete de grama feita de tricot! Pra dar um toque verde no chão da sala ou fazer um pic nic com cara de parque no seu quintal cimentado.
Ainda não experimentei, mas não parece ser difícil nem muito demorado. Hoje é sexta, véspera de final de semana prolongado, quem sabe você não passa num armarinho no final do dia e compra o material? Algumas horinhas tricotando e sua grama fica pronta ainda pro feriado!
Clique aqui, aprenda como fazer e corra para produzir a sua!
PS: a foto veio do Superziper, blog obrigatório para quem gosta de tricot, costura e crafts em geral.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1...
Quantas vezes você já não deixou de se empenhar em alguma economia (de água, dinheiro, luz elétrica) por ela ser tão pequena que você achou que nem valeria a pena o esforço?
Muitas questões verdes são assim mesmo. A nossa parte é muito pequenininha frente ao todo, por isso achamos que não podemos ajudar, mas é fundamental lembrar que o todo é composto pelas mesmas pequenas partes que estão deixando de fazer alguma coisa para diminuí-lo, então cada um tem sim a sua participação.
O caso da Ecofont é um exemplo de pequena economia que no final faz muita diferença.
Ecofont é uma fonte de impressão que economiza até 25% de tinta ou toner, substâncias bastante conhecidas por serem altamente poluentes e prejudiciais ao meio ambiente. A "mágica" é que ela foi desenhada com pequenos microfuros na parte sólida das letras, e é aí que acontece a economia. Os furos são tão pequenos que quem lê o texto não os percebe, mas eles estão ali fazendo a sua parte na economia final do seu cartucho e na limpeza do planeta.
Você pode comprar o programa completo com a versão "eco" de todas as fontes que você está acostumado a usar ou então baixar aqui uma versão demonstrativa, pra conhecer a novidade.
Muitas questões verdes são assim mesmo. A nossa parte é muito pequenininha frente ao todo, por isso achamos que não podemos ajudar, mas é fundamental lembrar que o todo é composto pelas mesmas pequenas partes que estão deixando de fazer alguma coisa para diminuí-lo, então cada um tem sim a sua participação.
O caso da Ecofont é um exemplo de pequena economia que no final faz muita diferença.
Ecofont é uma fonte de impressão que economiza até 25% de tinta ou toner, substâncias bastante conhecidas por serem altamente poluentes e prejudiciais ao meio ambiente. A "mágica" é que ela foi desenhada com pequenos microfuros na parte sólida das letras, e é aí que acontece a economia. Os furos são tão pequenos que quem lê o texto não os percebe, mas eles estão ali fazendo a sua parte na economia final do seu cartucho e na limpeza do planeta.
Você pode comprar o programa completo com a versão "eco" de todas as fontes que você está acostumado a usar ou então baixar aqui uma versão demonstrativa, pra conhecer a novidade.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Biodiversidade no quintal
Não usar nenhum tipo de veneno no jardim significa deixar que a vida aconteça como ela é.Está certo que como não vivemos mais em um ambiente equilibrado, com todas as espécies lutando em igualdade de condições, muitas vezes seu jardim passará por surtos de lagartas, ou de pulgões, ou tantas outras pragas que quase não tem mais nas cidades seus predadores naturais.
Por outro lado, você vai notar que uma quantidade enorme de vida nova, diferente, bichos que você jamais imaginou existirem, passam a frequentar suas plantas e enriquecer a biodiversidade do seu quintal.
Resta a você tentar manter o equilíbrio de forma balanceada para deixar acontecer de tudo um pouco. Catar 70% das lagartas de uma planta ao invés de jogar veneno e matar todas é uma forma de ter lindas borboletas no jardim depois de algumas semanas.
Essa criatura da foto, por exemplo, enfeitada de luzinhas azuis... Imagine-a com asas!
Apareceu aqui no meu quintal, é minha e ninguém tasca! Vou tentar acompanhá-la ao longo dos dias pra descobrir que borboleta ela vai virar.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Compostagem sem minhocas
Se você quer fazer em casa a compostagem de restos de alimentos mas não se animou muito com as minhocas do minhocário caseiro (clique aqui para ver), muito simples: faça quase o mesmo processo sem as minhocas!
Antes que você se pergunte “então para que elas servem”, respondo: as minhocas aceleram um pouco o processo de decomposição e fazem o serviço de aeração do composto, mas tudo acontece perfeitamente bem também sem elas.
Veja como:
Faça dois ou três furos pequenos (0,5 cm mais ou menos) no fundo de um balde grande (100 litros, por exemplo).
Cubra o fundo do balde com pedras para facilitar a drenagem do líquido que a compostagem pode gerar.
Cubra as pedras com um pedaço de manta acrílica para garantir que seu composto não escorra para o fundo e entupa o furo de drenagem. Manta de bidim para vasos é uma boa opção.
A partir daí jogue seus restos de cozinha bem picados para facilitar a decomposição. Evite alimentos cozidos, muito temperados e gordurosos; eles podem fermentar e atrapalhar o processo de decomposição.
Depois de jogar os alimentos revolva com uma pá ou cabo de vassoura para que tudo se misture com o que estava no fundo, e ao final sempre cubra com uma camada de terra. A oxigenação do composto é muito importante para o processo de decomposição e para evitar mau cheiro.
Sempre que tiver restos de alimentos para acrescentar, jogue-os dentro do balde, revolva tudo e cubra com mais terra. De tempos em tempos pegue um pouco do composto e aperte-o na mão para verificar a umidade. Sua mão deve ficar úmida mas não molhada. Se escorrer líquido, seu composto está molhado demais, então acrescente mais terra para equilibrar a umidade.
Seu balde deve estar sempre coberto com um pedaço de tela fina ou tule para evitar a entrada de moscas ou outros insetos.
Faça também uma base de tijolos, para que o balde fique afastado do chão, e coloque sob ele um prato desses de vaso de plantas para recolher algum líquido (chorume) que venha a escorrer.
Esse líquido, assim como o resultante do minhocário caseiro, é muito rico em nutrientes e pode ser usado para regar as plantas diluído em um pouco de água.
Quando seu balde estiver cheio, comece a encher um segundo balde enquanto o primeiro termina o processo de decomposição, que estará completo quando você não mais reconhecer pedaços dos alimentos jogados. É importante continuar revolvendo o conteúdo do primeiro balde de vez em quando, para manter a aeração.
Depois do processo completo você terá um material riquíssimo para usar como adubo no jardim e nos seus vasos de plantas, além de ter diminuído bastante a quantidade de lixo descartada.
Visite a composteira das fotos na comunidade Banco do Planeta, nesse post escrito por Neuza Árbocz, a dona dos baldes, da área de serviço e das fotos.
Antes que você se pergunte “então para que elas servem”, respondo: as minhocas aceleram um pouco o processo de decomposição e fazem o serviço de aeração do composto, mas tudo acontece perfeitamente bem também sem elas.
Veja como:
Faça dois ou três furos pequenos (0,5 cm mais ou menos) no fundo de um balde grande (100 litros, por exemplo).
Cubra o fundo do balde com pedras para facilitar a drenagem do líquido que a compostagem pode gerar.
Cubra as pedras com um pedaço de manta acrílica para garantir que seu composto não escorra para o fundo e entupa o furo de drenagem. Manta de bidim para vasos é uma boa opção.
A partir daí jogue seus restos de cozinha bem picados para facilitar a decomposição. Evite alimentos cozidos, muito temperados e gordurosos; eles podem fermentar e atrapalhar o processo de decomposição.
Depois de jogar os alimentos revolva com uma pá ou cabo de vassoura para que tudo se misture com o que estava no fundo, e ao final sempre cubra com uma camada de terra. A oxigenação do composto é muito importante para o processo de decomposição e para evitar mau cheiro.
Sempre que tiver restos de alimentos para acrescentar, jogue-os dentro do balde, revolva tudo e cubra com mais terra. De tempos em tempos pegue um pouco do composto e aperte-o na mão para verificar a umidade. Sua mão deve ficar úmida mas não molhada. Se escorrer líquido, seu composto está molhado demais, então acrescente mais terra para equilibrar a umidade.Seu balde deve estar sempre coberto com um pedaço de tela fina ou tule para evitar a entrada de moscas ou outros insetos.
Faça também uma base de tijolos, para que o balde fique afastado do chão, e coloque sob ele um prato desses de vaso de plantas para recolher algum líquido (chorume) que venha a escorrer.Esse líquido, assim como o resultante do minhocário caseiro, é muito rico em nutrientes e pode ser usado para regar as plantas diluído em um pouco de água.
Quando seu balde estiver cheio, comece a encher um segundo balde enquanto o primeiro termina o processo de decomposição, que estará completo quando você não mais reconhecer pedaços dos alimentos jogados. É importante continuar revolvendo o conteúdo do primeiro balde de vez em quando, para manter a aeração.
Depois do processo completo você terá um material riquíssimo para usar como adubo no jardim e nos seus vasos de plantas, além de ter diminuído bastante a quantidade de lixo descartada.Visite a composteira das fotos na comunidade Banco do Planeta, nesse post escrito por Neuza Árbocz, a dona dos baldes, da área de serviço e das fotos.
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